Zé Ramalho
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Kryptônia

Zé Ramalho

Zé Ramalho


Não admito que me fale assim
Eu sou o seu décimo-sexto pai
Sou primogênito do teu avô, primeiro curandeiro
Alcoviteiro das mulheres que corriam sob o teu nariz

Me deves respeito, pelo menos dinheiro
Esse é o cometa fulgurante que espatifou

(Refrão)
Um asteróide pequeno que todos chamam de terra
Um asteróide pequeno que todos chamam de terra

De Kryptônia desce teu olhar
E quatro elos prendem tua mão
Cala-te boca, companheiro, vá embora, que má criação!
De outro jeito não se dissimularia a suma criação

E foi o silêncio que habitou-se no meio
Ele é o cometa fulgurante que espatifou
(repete refrão)

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