Prends Garde À Ta Langue (tradução)

Zaz

zaz


Cuidado Com A Sua Língua


Tem, tem, como você pode ser ingênuo

Dessas pessoas desonestas

Que te prometem a lua

Te deixam sua força

Para que te manipulem

sua preciosa liberdade

E às vezes suas músicas


É uma loucura, você pensa que é imune

Você está tirando sarro de todo o mundo

O que você julga com desprezo

Tudo demasiado inteligente

Para, nesta armadilha foram pegos

Você é véus bem

E o que se segue é jogado


Blinded by deixando ouro para sua boca

Você bebe suas palavras deliciosamente com uma concha

Você não vê que espirra louco vesgo você

A partir de seu ar sedutor e você sopa conto


patife sujo Hey, olhar para fora sua língua

Eu sou o gato que você come

Neste jogo você não ganha

Um dia ou outro, nós colhemos o pau


Nan, nan não cair na armadilha

A partir deste louco e suas magias

Tentando muito difícil ouvir o que te faz feliz

você terá muito lisonjeado o ego. Ma

está prestes a prejudicá-lo


Hum, hum, mas parece risadinha

Ele sente o solo, divide e conquista

Em sua vestimenta sacerdotal

Ele afirma que a finalidade real

Te crontôle por seus medos

Você vai se tornar seu cão


Blinded by deixando ouro para sua boca

Você bebe suas palavras deliciosamente com uma concha

Você não vê que espirra louco vesgo você

A partir de seu ar sedutor e você sopa conto

Prends Garde À Ta Langue


Aïe, aïe, ce que tu peux être crédule

De ces gens malhonnêtes

Qui te promettent la lune

Leur laissant ton pouvoir

Pour qu'ils te manipulent

Ta précieuse liberté

Et parfois même tes tunes


C'est fou, tu te crois à l'abri

Tu te moques du monde

Que tu juges avec mépris

Bien trop intelligent

Pour, dans ce piège être pris

Tu te voiles bien la face

Et se joue ce qui suit


Aveuglé par l'or sortant de sa bouche

Tu bois ses paroles délicieusement à la louche

Ne vois-tu pas loucher ce fou qui t'éclabousse

De son air aguicheur et te conte sa soupe


Hey sale fripon, prends garde à ta langue

Je suis le chat qui te la mangera

A ce jeu là tu n'y gagneras pas

Un jour ou l'autre, on récolte le bâton


Nan, nan ne tombe pas dans le piège

De cet énergumène et de ses sortilèges

A trop vouloir entendre ce qui te fait plaisir

Il t'aura bien flatté l'égo

Mais s'apprête à te nuire


Hum, hum mais regarde le glousser

Il tâte le terrain, divise pour mieux régner

Dans son habit de prêtre

Il clame le vrai dessein

Te crontôle par tes peurs

Tu deviendras son chien


Aveuglé par l'or sortant de sa bouche

Tu bois ses paroles délicieusement à la louche

Ne vois-tu pas loucher ce fou qui t'éclabousse

De son air aguicheur et te conte sa soupe

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