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J'arrive Pas (tradução)

Zaz

Sans Tsu Tsou


Eu não posso


Eu não posso ajudar, mas me derreter

E todos sentem, sutis, gestos sinceros com raiva

Quem sono e vigília

O odor perceptível de seres hostis. Pessoa

Amargura me incomoda


Eu não posso fingir para ser verdade

When austera pensamentos me o c furar? coração

me relaxar, dar forma. Estupo

a pobreza de sentimento

me fazer o desejo de oferecer a minha alegria, me dá medo

Nas folhas faísca de outra forma vazios


Eu tento não chorar o mundo parece assassino

O mundo e seu ego que encanto reside

eu tento me convencer

E a esperança de que o mundo muda

Vamos nossas mentes condicionadas

acordar e propensos a fugir

O êxodo de nossa inércia para ações concretas

O que cada elo da conta e se sentir responsável

Neste mundo de beleza que morreu diante de nossos olhos

Destas crianças sem pão e os outros que se coisas

Das pessoas no poder que deixam morrer a terra

Quem a deixou doente e ferido nossos púlpitos

consumo não saudável, o que cria todas essas necessidades

E esse drama jogado todos os dias debaixo dos nossos narizes. Temp

emergência diminuída por latas de fala

Let concorda com um gesto

ovelhas Shoulder tão agradável


Eu não posso ajudar, mas me derreter

E todos sentem, sutis, gestos sinceros com raiva

Quem sono e vigília

O odor perceptível de seres hostis. Pessoa

Amargura me incomoda


Eu não posso fingir para ser verdade

Quando os pensamentos austeros perfurar me Couer

me relaxar, dar forma. Estupo

a pobreza de sentimento

me fazer o desejo de oferecer a minha alegria, me dá medo

Nas folhas faísca de outra forma vazios


Eu não n'dois dar-lhes poder

Deixe-me escorregar na blasfème pérfido

Se eles me toca é que deixei de acreditar

O que eu me considero muito menos

O que semeiam o seu veneno

Tome cuidado cultivar meu jardim da esperança

Água da minha alma e semear excessivamente

Todo o amor que eu inunda minha chuva inocência

E é isso que eu quero dizer quando digo "os links

Eu não posso ajudar, mas me derreter

J'arrive Pas


J'arrive pas à faire autrement que de me fondre dedans

Et de tout ressentir, subtil, des gestes sincères en colère

Qui sommeillent et qui veillent

L'odeur sensible des êtres hostiles

L'aigreur des gens me gêne


Je n'arrive pas à faire semblant d'être vraie

Quand des pensées austères me transpercent le c? ur

Me glacent, laissent place

À la stupeur, à la pauvreté du sentiment

Me volent l'envie d'offrir ma joie, me donnent l'effroi

D'un vide sans quoi l'éclat s'en va


J'essaie de ne pleurer le monde qui me semble assassin

Le monde et son égo qui se charme de mensonges

J'essaie de me convaincre

Et d'espérer que le monde change

Que nos esprits conditionnés

Se réveillent et se risquent à l'exode

L'exode de nos inerties vers des actions palpables

Que chaque maillon compte et s'en sente responsable

De ce monde de beauté qui péri sous nos yeux

De ces enfants sans pain et ces autres qui s'empiffrent

De ces gens au pouvoir qui laissent crever la terre

Qui l'ont rendue malade et qui meurtri nos chaires

Consommation malsaine, tous ces besoins qu'on crée

Et ce drame qui se joue chaque jour sous notre nez

Urgence d'un temps amoindri par des discours bidons

Qu'on acquiesce d'un geste

D'épaule comme de gentils moutons


J'arrive pas à faire autrement que de me fondre dedans

Et de tout ressentir, subtil, des gestes sincères en colère

Qui sommeillent et qui veillent

L'odeur sensible des êtres hostiles

L'aigreur des gens me gêne


Je n'arrive pas à faire semblant d'etre vraie

Quand des pensées austères me transpercent le couer

Me glacent, laissent place

À la stupeur, à la pauvreté du sentiment

Me volent l'envie d'offrir ma joie, me donnent l'effroi

D'un vide sans quoi l'éclat s'en va


Je n'dois pas leur donner de pouvoir

Laisser glisser sur moi leur perfide blasfème

S'ils me touchent c'est que j'ai cessé d'y croire

Que je m'estime encore bien moins

Que leur poison qu'ils sèment

Prendre soin, cultiver mon jardin d'espérance

Arroser de mon âme et semer à outrance

Tout l'amour que j'innonde de mes pluies d'innocence

Et c'est ce dont je parle quand je dis "les maillons"

J'arrive pas à faire autrement que de me fondre dedans

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