Ciente das agulhas e como vão queimar Em grupos ou avulsas elas não vão penetrar Sozinho sob a escama, sem fuga ou proteção Elas que me atravessem e atinjam esse chão (só que eu não!)
Desejo as belezas com asco e distância Esgarço como posso o que já se construiu O que move esse mundo são alegrias vis Novos sorrisos velhos desbotando o seu verniz
Não venha me consolar. Entendi o mundo no dia em que batizei um cachorro.
Não vejo ao quê me integrar Sou apenas rochas rasgando o seu melhor esforço
Ciente destas marcas e como vão queimar Em grupos ou em crenças elas não vão penetrar Nem lebre nem beleza, mas plena exclusão Marco minha distância promovendo distorção
E quanto às minhas portas vis, Me puseram na agulha, mas eu votei pela culatra.
Eu voltei, eu voltei, eu voltei, eu voltei, eu voltei, É eu voltei, eu voltei, eu voltei, eu voltei, eu voltei!