Sérgio Reis
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Destino de Carreteiro

Sérgio Reis

40 Anos de Estrada


Aceno pra gente amiga, dou adeus e vou embora
Ponho óculos escuros, vou cortando estradão
Cada frete transportado por esse mundão a fora
Vai traçando meu destino nas rodas do caminhão.
Vou fazendo a minha história nos versos deste modão
No repique da viola, ai, ai... no meu coração.


Quando chega o fim da tarde já vejo o céu estrelado
Eu me lembro da morena que ficou a me esperar
Olá, companheiro amigo siga em frente com cuidado
Na noite o rádio ligado há de nos acompanhar.

Vou fazendo a minha história nos versos deste modão
No repique da viola, ai, ai... no meu coração.

Nem a geada sulina, nem as enchentes do norte
Impedem que a boa sorte me ajude sempre a chegar
Sempre a chegar...

Nesse caminho de volta só me falta uma cidade
Eu paro em Aparecida, tenho contas a pagar
Retorno missão cumprida e no peito uma saudade
De uma morena bonita que eu deixei a me esperar.
Vou fazendo a minha história nos versos deste modão
No repique da viola, ai, ai... no meu coração.

Nem a geada sulina, nem as enchentes do norte
Impedem que a boa sorte me ajude sempre a chegar,
Sempre a chegar...Sempre a chegar

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