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Mano Rasta, feito Quintana Eu Também me Fiz do Contra

Sandrera


À noite escura cobre a vila com seu manto
A saudade não perdoa quem ficou
A velha ponte Madalena é testemunha
Tanta água já rolou, nada mudou
Pois no reino de uma aldeia encantada
A plebe ainda esmola circo e diversão
É que a corte que plantaram no palácio
Não larga o tacho, a farinha e o pirão

Oh, véio rasta, velho amigo
Me sinto um louco jardineiro sem jardim
Oh, véio rasta, meu velho amigo
Numa foto te ouvi dizer pra mim
Que os mandatos passarão eu passarinho

De um jeito puro o sol nasce e dá bom dia
E passarada se anuncia em cantoria
As crianças pelas as portas das escolas
Provam que o novo amanhece com o dia
Os palhaços que alegram o reinado
São julgados, desprezados sem pudor
Mas nem sempre a mão que rega a rosa
É a mão do jardineiro que a plantou
Oh, véio rasta, meu velho amigo
Robin Hood nunca pinta por aqui
Oh, véio rasta, meu velho amigo
Que as crianças cantem alto em seu jardim
Porque os mandatos passarão, eu passarinho

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