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Degradê

Rogéria


Degradê
Ele com um vinho na mão
De roupa amarrotada ali em frente à calçada
Corrente no pescoço, olhar certeiro e curioso
Tenta cara de bom moço por quê?
Na outra mão de porta-cd
Num pé tinha chinelo preto
No outro degradê
A noite sentinela era
E a lua se vê da janela
Só espera amanhecer

Ele e ela conversando em troca de olhar
Ele era porta a fora ela sala de estar
Será agora simplesmente mais uma questão
De apressar consciente o passo
Se tiver de ser

Compositor: Rogéria/ Ana Paula Marinho

Letra enviada por Cristina

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