Porta do Mundo

Rionegro & Solimões


O som da viola bateu no peito e doeu meu irmão
Assim eu me fiz cantador
Sem nenhum professor aprendi a lição
São coisas divinas do mundo
Que vem num segundo a sorte mudar
Trazendo pra dentro da gente
As coisas que a mente vai longe buscar

Em verso se fala e canta o mal
Se espanta e a gente é feliz
No mundo das rimas e trovas eu sempre
Dei provas das coisas que fiz
Por muitos lugares passei
Mas nunca pisei em falso no chão
Cantando interpreto a poesia
Levando a alegria onde há solidão

O destino é o meu calendário
O meu dicionario é a inspiração
A porta do mundo é aberta minha alma
Desperta buscando a canção
Com minha viola no peito
Meus versos são feitos pro mundo cantar
É a luta de um velho talento
Menino por dentro sem nunca cansar

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