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Jornada Para Ser Ninguém

Paulinho Nogueira

Eu e Meu Violão


Voce só põe na cuca aquilo que lhe convém,
e quando se machuca, diz que está tudo bem.
Na sua jornada pra ser ninguém,
na sua jornada pra ser ninguém.
Voce persegue a moda, e dirige tão bem,
que a todos incomoda, e acha que pega bem,
Na sua jornada pra ser ninguém,
na sua jornada pra ser ninguém.

Em cada sorriso, a indecisão,
não sabe escolher uma opinião,
não tenta entender o que deve entender.
Evita a janela para não enxergar,
aumenta o rádio para não escutar
quem vive ao seu lado e voce não ve.

O escapamento aberto mostra que voce tem
um mundo tão incerto e o medo de querer bem.
Na sua jornada pra ser ninguém,
na sua jornada pra ser ninguém.
Voce so vive a esmo, pensa que engana alguém,
engana a voce mesmo a cada dia que vem,
Na sua jornada pra ser ninguém,
na sua jornada pra ser ninguém.

O tempo correndo, acelera e disfarça,
o vento no rosto, a vida que passa,
não sente as imagens que ficam pra trás.
E não ve o mundo correndo
de encontro ao seu automóvel,
imóvel na estrada que não volta mais.

E o corpo inerte no assento,
esquece o tempo que vem
embaça os vidros por dentro,
e a vida prossegue além.
Na sua jornada pra ser ninguém,
na sua jornada pra ser ninguém.

Compositor: Paulinho Nogueira/ José Carlos Costa Netto

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