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Filha de Caminhoneiro

Paula Fernandes


No volante do seu gruto vai cortando a serração
E ao longo da jornada vai com Deus no coração
Esse rádio uma canção, vai quebrando a madrugada
Com muitas léguas de chão, vai meu pai pela estrada

E vai e vem sem ter parada
E na cabine ele faz sua pousada
E lá vai ele, carga pesada
Sempre atento com as curvas da estrada

Na estrada desta vida ele cumpre seu papel
Abraçado ao volante que ele tem como troféu
Sua filha aqui distante não se cansa de esperar
A saudade dói no peito do herói que quer chegar

E vai e vem sem ter parada
E na cabine ele faz sua pousada
E lá vai ele, carga pesada
Sempre atento com as curvas da estrada

Na estrada desta vida ele cumpre o seu papel
Abraçado ao volante que ele tem como troféu
Sua filha aqui distante não se cansa de esperar
A saudade dói no peito do herói que quer chegar

E vai e vem sem ter parada
E na cabine ele faz sua pousada
E lá vai ele, carga pesada
Sempre atento com as curvas da estrada

Sempre atento com as curvas da estrada
Sempre atento com as curvas da estrada
Sempre atento com as curvas da estrada
Sempre atento com as curvas da estrada

Letra enviada por PaulloLimaJr

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