Paramore

No Friend (tradução)

Paramore

After Laughter


Não é meu amigo


Encontrei estas cartas antigas de anos atrás

Senti que era apropriado continuar essa correspondência

Não posso evitar ser sentimental

Obrigado por conversar comigo hoje

Espero que isto seja útil para você

Também espero que a Birdie esteja feliz e saudável

e fora de problemas a uma medida razoável

O que eu escrevi foi mais ou menos a minha maneira de

finalmente ser capaz de abordar a sensação de ter [...]


Outro quarto de tijolos vermelhos

Outra cidade da cartola

Outra banda com o nome escrito errado

queimando suas próprias casas

Outra música fúnebre

para completar o dia no cemitério

Outra estrela, um toque de laranja

sobre o cinza-purgatório


Outro campo espinhoso

para dispersar sementes infrutíferas

Outra canção que dura demais

Deus sabe que ninguém precisa mais

Mais fantasmas extraviados, mais mãos transparentes

Largando esmolas na nossa cesta

para que dancemos o Riot!


Sob outro céu em chamas

debaixo dos nossos lábios pintados

Em dezenas de navios

em um navio sorridente e cheio de pirralhos

Então jogue o seu pedestal de pedra

no mar esquecido

Como proteção contra a fina perfeição

que você projeta em mim


Quando esta repetição terminar

por trás do vidro fumê

A tristeza semi-consciente

dorme na cama que eu arrumei

Aquela cama mais inquieta

aquele pecado mais original

E você vai dizer que é o que eu ganho

Quando deixo a ambição ganhar de novo


Eu odiaria lhe desapontar

então vou deixar as águas subirem

E afogar meu tedioso reflexo

na expectativa ingênua dos seus olhos

Voltar a fazer pontas em filmes

lá quando eu me sentia mais livre

Eu tinha o coração de um açougueiro

e ninguém achava que me conhecia


Então, antes de o regimento recomeçar

antes do temido sol aparecer

Meu motorista está esperando

então vamos deixar uma coisa bem clara

Você vê uma forma iluminada

eu vejo a estampa de uma camiseta

Eu não sou seu salvador e você não é meu amigo


Você não é meu amigo

Você não é meu amigo

Eu não sou seu salvador e você não é meu amigo

Você vê uma forma iluminada

eu vejo a estampa de uma camiseta

Eu não sou seu salvador e você não é meu amigo


Eu me vejo no reflexo dos olhos das pessoas

Percebendo que o que eles vêem pode nem estar perto

da imagem que tenho de mim

E eu acho que na verdade posso ter mais medo

de desiludir a mim mesmo do que qualquer outra coisa

Eu me sinto como o homem da história

Que viu um urso flutuando no rio

e pensei que era um casaco de pele

Há doze anos eu estava na costa

E pulei e agarrei o casaco

O rio estava correndo em direção a uma cachoeira

E, e meu amigo ficou na costa

e gritou para soltar o casaco e nadar de volta à terra

Eu largo o casaco, mas o casaco não me larga

Em qualquer caso, por favor me avise

se há algo mais que eu posso lhe dar

Se nada disso acontecer, então saiba que somos gratos

No Friend


Found these old letters from years ago

Felt it was fitting to continue that correspondence

Can't help I'm sentimental

Thanks for talking with me today,

I hope this is helpful for you

I also hope that Birdie is happy and healthy

and staying out of trouble to a reasonable extent

What I wrote was sort of my way of

finally being able to address how it feels to have [...]


Another brick-red room,

another black-top town

Another misspelled band

burning their own houses down

Another pine-box tune

to fill the cemetery day

Another star, a touch of orange

over purgatory gray


Another thorny field

to scatter fruitless seed

Another song that runs too long,

God knows no one needs

More misguided ghosts, more transparent hands

To drop a nickel in our basket

and we'll do our Riot! dance


Beneath another burning sky,

behind our painted lips

In scores of catatonic

smile-covered ankle-bitten ships

So throw your pedestal of stone

in the forgetful sea

As protection from the paper-thin perfection

you project on me


When this repetition ends

behind the window shades

A semi-conscious sorrow

sleeping in the bed I've made

That most unrestful bed,

that most original of sins

And you'll say that's what I get

when I let ambitions win again


I'd hate to let you down

so I'll let the waters rise

And drown my dull reflection

in the naive expectation in your eyes

Back in a cast bit-part,

back when I felt most free

I had a butcher's heart

and no one thought they knew me


So before the regiment resumes,

before the dreaded sun appears

My driver's waiting,

so let's make one point crystal clear:

You see a flood-lit form,

I see a shirt design

I'm no savior of yours and you're no friend of mine


You're no friend of mine

You're no friend of mine

I'm no savior of yours and you're no friend of mine

You see a flood-lit form,

I see a shirt design

I'm no savior of yours and you're no friend of mine


I see myself in the reflection of people's eyes

Realising that what they see may not even be close

to the image I see in myself

And I think I might actually be more afraid

to let my own self down than anything else

I feel like the man in the story

Who saw a bear floating in the river

and thought it was a fur coat

Twelve years ago I stood on the shore

And jumped in and grabbed the coat

The river was rushing toward a waterfall

And, and my friend stood at the shore

and shouted to let go of the coat and swim back to land

I let go of the coat but the coat won't let go of me

In any case please let me know

if there's more I can give you

If nothing comes of it, then just know we are grateful


Compositor: Aaron Weiss, Taylor York, Hayley Williams

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