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    Mãos aos desolados!
    Ouvidos para quem não vê
    E não crê

    Meu calcanhar de aço
    peito aberto disposto a aprender
    você

    Desvendar a órbita
    as estações de chuva
    e os sertões da alma!

    Sandálias na terra e no asfalto
    Marchamos rumo ao que não se vê
    Se crê

    Vem ternurar minha revolta
    Me fecundar de novo em você
    Você

    Sê cura
    Pra cólera
    Entre estações o mundo volta
    o bom filho a casa torna!

    Morrer de vontade de viver
    Assim arriscando!
    Vem ser o meu ombro, o meu
    ventre
    Nos faz florescer!

    Desvendar a órbita
    As estações de chuva
    E os sertões da alma!

    Morrer de vontade de viver
    Assim arriscando!
    Vem ser o meu ombro, o meu
    ventre
    Nos faz florescer!

    Letra enviada por Hilário Júnior
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