Bob Dylan selou um contrato que já entra para a lista de um dos mais vultuosos já vistos na indústria do entretenimento. Ele vendeu o controle de seu catálogo de canções para a Universal Music, por um valor que, estima-se, tenha sido de US$ 300 milhões - mais de 1 bilhão e 500 milhões de Reais. Desde o início dos anos 60, o cantor e compositor já acumulou uma obra que ultrapassa as 600 músicas, incluindo clássicos eternos como "Blowin' In The Wind" e "Like A Rolling Stone".

Jody Gerson, chefe executiva da divisão da Universal responsável pelo gerenciamento de edição de canções disse que "representar o corpo da obra de um dos maiores compositores de todos os tempos - cuja importância cultural não pode ser exagerada - é um privilégio e uma responsabilidade", para celebrar o acordo.

O norte-americano, que completará 80 anos em 2021, sempre gravou pela CBS, atual Sony, com exceção de um curto período na década de 70 quando foi para a Asylum. E mesmo esses dois trabalhos, sendo um ao vivo, hoje também estão com a gravadora, que segue dona dos fonogramas do músico. Em 2020, Dylan lançou seu mais recente álbum, o elogiado "Rough And Rowdy Ways".