João Guerreiro

Nenete & Dorinho


Foi de uma feita que eu disse a minha amada
Se me amasse que me desse o seu retrato
Ela me disse: - para que se te amo tanto?
E hoje a morte é que nos pode separar

Nos abraçamos e ao chegar lá na capela
Naquele instante se escutaram três balaços
Seus familiares a mataram em meus braços
Porque juraram não deixar nós dois casar

Como um raio eu saquei do meu revólver
E matei quatro e um amigo da família
Só no outro dia que a polícia bem armada
Com muita bala me puderam desarmar

Ao delegado eu prestei declaração
A profissão e meu nome verdadeiro
Eu disse a ele: - eu me chamo João Guerreiro
E do meu rancho sou eu mesmo meu patrão

Não sou de briga e para isso eu dou um boi
Mas se eu entrar, pra não sair dou uma boiada
Por que é que foram matar a minha amada?
Eu inocente vim parar nesta prisão

Ao delegado eu contei toda a proeza
Na minha história com bastante galhardia
Ele me disse, vendo a minha valentia
Que eu estava solto por legítima defesa

(Pedro Paulo Mariano - Santa Maria da Serra-SP)

Compositor: Marcel Rey/ Versão: Alceu Carlos Lour

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