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Marcelo Mira nasceu no Rio de Janeiro no bairro Botafogo num dia 30 do mês de março . Áries com ascendente Leão.

Filho de um alagoano e uma carioca, morou também no bairro de Jacarepaguá, Flamengo e Méier. O início de sua formação musical se dava com a MPB e o samba ouvidos em casa. Até que em 1985 enquanto o Rio respirava o primeiro Rock?n Rio, se mudou para Brasília, cidade que respirava ares de nova república e fim de ditadura.

Ao chegar em Brasília assistiu a seu primeiro show, ROCK BRASÍLIA EXPLODE BRASIL , no gramado do esplanada dos ministérios e sentiu a energia musical da cidade pela primeira vez. Viaturas incendiadas e guitarras distorcidas marcavam o tom de uma nova era que começava em sua vida e no Brasil.

Comprou seu primeiro disco de forma Clandestina. O LP Capital Inicial com a música Veraneio Vascaína era proibido para menores de 18 anos por causa da censura. Mas conseguiu convencer o vendedor a numa lojinha do Cruzeiro Center. Logo depois teve contato com o som da Plebe Rude, Detrito Federal, mas chapou mesmo com as letras viscerais de Renato Russo que descreviam aquela vida diferente que se vivia em Brasília e as melodias e misturas rítmicas maravilhosas dos Paralamas do Sucesso. Tudo isso se misturava às descobertas na música de Gil, Caetano, Djavan, João Gilberto, Clube da esquina, Tom Jobim, Toninho Horta, Joyce, João Bosco, Elis Regina e outros. De fora as influências eram The Police, Bob Marley, U2, Michael Jackson, Janes Joplin, Living Colour, Faith no more, além de grandes nomes do jazz como Miles Davis, Jaco Pastorius, John Coltrane e Pat Metheny.

A adolescência foi chegando e aprender a tocar violão era uma necessidade para colocar pra fora todos os conflitos e, é claro, se aproximar das meninas. Como Brasília não tem praia, era em volta das fogueiras no pontão do lago sul que a galera crescia e interagia em incontáveis luais que rolavam no cerrado.

Nessa época participava do time de futebol da ASSEFE onde disputava o campeonato Brasiliense. Zagueiro, tinha no seu time grandes amigos como o jogador Amoroso e o seu primo Alexandre Carlo , vocalista da banda Natiruts, Depois dos jogos sempre rolava um churrasco e uma roda de violão e Marcelo sempre foi melhor com uma viola nas mãos que com uma bola nos pés.

Com o nascimento de sua filha, Jadde, em 1993, vem a família e Marcelo Mira presta concurso público e se torna funcionário público federal no Tribunal de Justiça do DF. Mas aquela era uma realidade muito distante do seu sonho de se tornar músico e em 1997 Marcelo Mira, junto a seu irmão Raphael Mira, monta a banda Alma Djem. Uma mistura de reggae e rock com muita brasilidade.

O Alma Djem se destaca no cenário independente nacional, e lança em 1999 o disco Grito de Liberdade, que faz a cabeça da galera do surf, do skate e do reggae de Norte a Sul, de Itacaré a Porto Alegre. Após mais de 120 shows pelo Brasil a banda chama a atenção da gravadora EMI e é convidada a se mudar para São Paulo em 2002. Ano em que Marcelo consegue abandonar de vez o Tribunal de Justiça e se concentrar apenas nas atividades musicais. Na chegada da banda a São Paulo, o Hit MINHA VOZ estoura nas rádios de todo o país.
No fim de 2007, Marcelo encerra suas atividades na banda e inicia sua carreira Solo . Logo em seguida é procurado pelo DJ e Produtor Musical Deeplick para iniciarem uma parceria. A química musical é instantânea. Iniciam a produção de RODA GIGANTE, seu primeiro disco solo, que sai pela EMI MUSIC em out/2008. Passos pela Rua é o primeiro single desse disco, que vem conquistando as rádios de todo o país.

Além de cantor, Marcelo Mira vem se destacando como compositor com músicas gravadas por Falamansa e Natiruts, além de ser autor de 8 canções no novo disco de Wanessa Camargo, incluindo a faixa Fly/Meu Momento, com a participação do Rapper Ja Rule. Um hit que alcançou primeiro lugar como música mais tocada no Brasil durante semanas.