Coisas Estranhas

Marcelo Coutinho


Eu era o maioral para mim, esticavam tapete,
Com meu velho chapéu eu mantinha ordem, enfim,
Mas ai lĂĄ do seu esse cara despencou num foguete,
Dizendo umas coisas estranhas demais para mim.

Vejam sĂł, amigos meus sumiram num piscar,
E eu temo o que Ă© melhor pra me aprumar.
Eu era lĂ­der, tinha poder.
Mas isso acabou,
E então o céu sobre mim desmoronou.

Eram coisas mesmo estranhas demais para mim!
Estranhas.
Estranhas demais para mim,
Acho que Ă© o meu fim.

AlguĂ©m que pra vocĂȘ Ă© irmĂŁo te vira as costas,
VocĂȘ vai notar no fim, sĂł vai restar solidĂŁo,
As coisas parecem ir bem, mas vocĂȘ perde as apostas,
pois,
Termina sozinho num canto largado no chĂŁo.

Eram coisas mesmo estranhas demais para mim!
Estranhas.
Estranhas demais para mim,
Acho que Ă© o meu fim.

Eram coisas mesmo estranhas demais para mim!
Estranhas.
Estranhas demais para mim,
Acho que Ă© o meu fim.


Estranhas, Estranhas, Estranhas...

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