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    Escracha a vida do pobre
    o mastiga, o cospe
    O faz da vergonha, um detento

    Fala do preto, do pardo
    do gordo e do magro
    Não fogem ao teu julgamento

    Julga sem dar chance de se mostrar

    O mais importante são festas e fotos
    Na taça gelada mais um espumante

    Deseja riquezas pro umbigo
    Não deseja nada melhor para seu semelhante

    Ser sempre o tal, estar acima do bem e do mal

    Mas use isso pra ficar mais forte
    Seja a lâmina que faz o corte
    E que as palavras, elas sejam sal

    E queimem nas feridas de quem o trata mal
    Preconceito existe e temos que viver
    Todos tem lições ainda a aprender

    Mas se não é no amor a igualdade e a paz
    Então será na dor que seremos iguais...

    Não olha no olho daquele que cata teu lixo
    E teu nojo que joga ao chão

    Ou das minorias e extremos do corpo
    Que só diminui para a sua diversão

    Prazer do cão, que formam
    escravos da depressão

    Saiba que é isso que causa a morte
    De boas idéias, da livre expressão

    E isso envenena mais a vossa alma
    Escura que se mantém perto do chão

    Quer causar dor, pra aliviar sua dor

    O segredo é se manter em pé
    Receber o golpe e ter a fé

    Que a espada que fere o seu algoz
    Está viva e afiada na sua voz

    Lembra que o justo não depõe
    Contra a justiça e contra o amor

    Não fica imóvel frente o caos
    Nem julga o dito não normal...

    Escracha a vida do pobre
    o mastiga, o cospe
    O faz da vergonha, um detento

    Fala do preto, do pardo
    do gordo e do magro
    Não fogem ao teu julgamento

    Julga sem dar chance de se mostrar

    O mais importante são festas e fotos
    Na taça gelada mais um espumante

    Deseja riquezas pro umbigo
    Não deseja nada melhor para seu semelhante

    Ser sempre o tal, estar acima do bem e do mal

    O segredo é se manter em pé
    Receber o golpe e ter a fé

    Que a espada que fere o seu algoz
    Está viva e afiada na sua voz

    Lembra que o justo não depõe
    Contra a justiça e contra o amor

    Não fica imóvel frente o caos
    Nem julga o dito não normal

    Lembre que o rancor
    Pode machucar

    Vista-se de amor
    Deixe-se doar

    Letra enviada por Fernando Gato Maneva
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