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Laylah Arruda é cantora desde os 12 anos. Iniciou como solista em Coral e experimentou pequenas gravações no rap até vincular-se ao reggae, onde foi uma das fundadoras do Sound System "Quilombo Hi- Fi" e realizou um marco no cenário brasileiro: se tornou a primeira cantora de Reggae do país a ter uma música prensada em vinil, com a canção 'Olhem para África', no formato compacto 7".

Em sua trajetória como Singjay (como se batizam os cantores melódicos na cultura Reggae), coleciona apresentações com grandes nomes, como os jamaicanos Earl Sixteen, Eek a Mouse e Sister Nancy. Promoveu a vinda e cantou no histórico show de Jah Shaka (Uk) no Brasil. Dividiu palco com a cantora Soom T (Uk), e foi mestre de cerimônias para o produtor Mad Professor (Uk) em Sp. Desempenhando o mesmo papel, participou da edição do Sp Dub Club que trouxe o grupo Kebra Ethiopia (Sa).

Cantou ao lado dos produtores Channel One, King Earthquake e Alpha Steppa, todos também do Reino unido. Além dos maiores produtores musicais no Brasil, Buguinha Dub e Victor Rice (Ny).
Dentre os grandes sistemas de som nacionais, em Sp Laylah Arruda fez voz junto ao Dubversão, Africa Mãe do Leão, Zion Gate, Garage (equipe Terremoto), High Public, Jz, e Leggo Violence. Pelo país afora com Deskareggae (Belo Horizonte/Mg), Sound Sisters (São Carlos/Sp), Missigena Sounds (Natal/Rn), Rockers e Vamoapelá (Campo Grande/Ms), Paz&Dub (Franca/Sp), Radiola Capixaba (Vitória/Es), Ecogralha (Curitiba/Pr), Geografya (Florianópolis/Sc), Dubfoundation e Dubmovement (Fortaleza/Ce).
Este último, produziu o instrumental da 1a versão do single 'História Única', uma das preferidas pelo público. Além desta, cabe destaque aos singles 'Flor de Aço' (2015) e 'Loba Leoa' (2016), que contextualiza a força da presença da mulher no cenário Sound System. O instrumental, foi produzido por Jeff Boto e a música lançada pelo selo da Feminine Hi Fi, projeto que promove o crescimento do protagonismo feminino na cultura dos Sistemas de som.

Em 2016, desenvolveu novos caminhos para a cena do Reggae nacional, por uma parceria com os produtores italianos do 'I Neurologici / Real Rock Hi Fi'. Lançou seu 1o álbum intitulado "Amalgama", e se apresentou com a backin-band Orgânica no Sesc Santo André/Festival Batuque (Sp).
Além da jornada solo, Laylah ocasionalmente se apresenta com as bandas 'Black Mantra' e 'Qg Imperial'; é integrante do 'Ba-Boom' - banda com 17 anos de vida, que tem a raíz fincada nas vertentes da música jamaicana aliando a batuques brasileiros, e o projeto 'Dubdubom', que consiste em Dubs autorais mixados ao vivo, juntamente com sua voz apreciada na linha de frente.
Em 2017 esteve em uma mini turnê pela Europa, passando por Pordenone, Roma (Ita) e Bristol (Uk), e agora Laylah se dedica ao seu 2o disco, previsto para 2018.

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