• Vagalume
  • A-Z
  • Estilos
  • Top 100
  • Playlists
  • Rádio
  • Hot Spots
  • Notícias
  • Play
    PLAY

    Compadre velho, há quanto tempo não te vejo; preciso falar contigo pra saber das novidades;
    cá na campanha, vou na lida e no manejo, não me agarro e nem me grudo nessas coisas da cidade;
    compadre velho, levo a vida campeira, bem faceirito e pachola, com a mulher e a gurizada,
    domando potro abagualado, na mangueira, pras tardes de domingueira fuzilar na carreirada;
    domando potro abagualado, na mangueira, pras tardes de domingueira fuzilar na carreirada.

    Quanta saudade neste amargo chimarrão, meu compadre, meu irmão, nunca esqueço de ti;
    a qualquer hora, tô chegando, companheiro, quero rever os parceiros que deixei quando parti;
    quanta saudade neste amargo chimarrão, meu compadre, meu irmão, nunca esqueço de ti;
    a qualquer hora, tô chegando, companheiro, quero rever os parceiros que deixei quando parti.


    Compadre velho, vou abrindo o coração: escrevi esta canção para ti, meu grande amigo,
    coisa esquisita essa tal modernidade, com tanta facilidade, quase não falo contigo;
    se escrevia uma cartinha antigamente, pra falar com algum vivente, era um gesto de amizade;
    ficava louco de faceiro quando abria o envelope e recebia as notícias do compadre;
    ficava louco de faceiro quando abria o envelope e recebia as notícias do compadre.

    Quanta saudade neste amargo chimarrão, meu compadre, meu irmão, nunca esqueço de ti;
    a qualquer hora, tô chegando, companheiro, quero rever os parceiros que deixei quando parti;
    quanta saudade neste amargo chimarrão, meu compadre, meu irmão, nunca esqueço de ti;
    a qualquer hora, tô chegando, companheiro, quero rever os parceiros que deixei quando parti.


    Compadre velho, lhe digo: tenho saudade da nossa velha amizade, dos tempos de pescaria;
    quando folgava, reunia a gurizada; não era festa nem nada, só uma prosa de alegria;
    amigo velho, no aconchego do meu rancho, eu canto que me desmancho, lembrando a companheirada;
    tenho certeza que tu não perdeu a trilha desta pátria farroupilha, tua gente abençoada;
    tenho certeza que tu não perdeu a trilha desta pátria farroupilha, tua gente abençoada.

    Quanta saudade neste amargo chimarrão, meu compadre, meu irmão, nunca esqueço de ti;
    a qualquer hora, tô chegando, companheiro, quero rever os parceiros que deixei quando parti;
    quanta saudade neste amargo chimarrão, meu compadre, meu irmão, nunca esqueço de ti;
    a qualquer hora, tô chegando, companheiro, quero rever os parceiros que deixei quando parti.

    Encontrou algum erro na letra? Por favor, envie uma correção »

    Comente
    user 300 caracteres restantes. Enviar

    Todas as letras de Júlio Cézar Leonardi

    Publicidade
    Notícias
    Mais notícias »
    Hot Spot
    Top Músicas do Vagalume
    Top 100 »

    As informações deste site são postadas integralmente pelos usuários. É importante dizer que é possível que os dados estejam desatualizados ou incorretos, sendo assim, o Vagalume exime-se de qualquer responsabilidade sobre as informações publicadas.Caso haja interesse em remover ou alterar alguma informação, entre em contato conosco.


    É permitida somente a visualização no site das letras de músicas encontradas aqui, vedada sua reprodução através de quaisquer outros meios (Lei 9610/98).Todas as letras de músicas são propriedade dos seus respectivos autores e divulgadas somente para fins educacionais.All lyrics are property and copyright of their owners. All lyrics are provided for educational purposes only.