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  • Informações do Álbum Minha Alma Cantadeira
    Minha Alma Cantadeira
    Ouvir álbum completo Minha Alma Cantadeira Ano de lançamento: 2011Acit
    1. Galo De Espora
    2. Lôco de Bom
    3. Não é Meu Sistema
    4. Festa Na Campanha
    5. Bugio Velho
    6. Minha Alma Cantadeira
    7. É Coisa da Gringalhada
    8. Ao Gaiteiro Monarca - Homenagem a Gildinho
    9. Neste Inverno
    10. Gaúcho Do Paraná
    11. Vida de Bagaceira
    12. Quebrando o Espinhaço
    13. E O Ditado Não Mente

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    Bugio velho bandeou-se da serra
    Campeando outras terras, meio abichornado
    Queixo-duro, que ninguém amarra
    Ensacou a guitarra e partiu, bem largado
    Na campanha, o bugio é famoso por ser preguiçoso
    Lambão e gaudério
    Mas cantando, cravou sua estampa
    Recortando a pampa, foi levado a sério

    Bugio velho é um índio bem grosso
    Com cara de moço e carcaça sovada
    Ajoujado no braço do pinho
    Ele ronca baixinho e vibra a macacada
    Ajoujado no braço do pinho
    Ele ronca baixinho e vibra a macacada

    Bugio velho se apega em cambicho
    Parece até bicho, campeando retosso
    Não se importa se a china é casada
    Solteira ou largada, não solta do osso
    Atrevido, bombeia o chinedo
    Chuleando sem medo e tirando o sossêgo
    Já varou alguma sanga funda
    Evitando uma tunda de esfolar pelêgo

    Bugio velho é um índio bem grosso
    Com cara de moço e carcaça sovada
    Ajoujado no braço do pinho
    Ele ronca baixinho e vibra a macacada
    Ajoujado no braço do pinho
    Ele ronca baixinho e vibra a macacada

    Bugio velho é matreiro e medonho
    Roliço e risonho, e não liga pra luxo
    Meio louco, briguento e tinhoso
    É cuera teimoso e aguenta o repuxo
    Numa bóia, o bugio não se acanha e
    Num trago de canha, o bugio se destampa
    Onde chega, se adona do rancho
    Lambaio e carancho, se gruda e se acampa

    Bugio velho é um índio bem grosso
    Com cara de moço e carcaça sovada
    Ajoujado no braço do pinho
    Ele ronca baixinho e vibra a macacada
    Ajoujado no braço do pinho
    Ele ronca baixinho e vibra a macacada

    Letra enviada por Júlio Cézar Leonardi
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