Gracias a La Vida (tradução)

Joan Baez

20th Century Masters: The Millennium Collection


Obrigado à vida


Obrigado à vida que me tem dado tanto

Deu-me dois olhos que, quando aberto

Perfeitamente distingo o preto do branco

E no céu, o seu fundo estrelado

E na multidão o homem que eu amo


Obrigado à vida que me tem dado tanto

OÃdo me deu em toda a sua amplitude

Records noite e dia, grilos e canários

Martelos, turbinas, latidos, chuveiros

E a voz tão terna do meu bem-amado


Obrigado à vida que me tem dado tanto

Deu-me o som eo alfabeto

Com eles, as palavras para pensar e falar

Mãe, amigo, irmão e luz iluminando

O caminho da alma que eu amo


Obrigado à vida que me tem dado tanto

Deu-me a caminhar com meus pés cansados

Com eles andei por cidades e charcos

Praias e desertos, montanhas e planícies ± as

E sua casa, sua rua e seu pátio


Obrigado à vida que me tem dado tanto

Ele deu-me o coração que bate em seu compasso

Quando eu vejo o fruto do cérebro humano

Quando vejo o bem tão longe do mal

Quando eu olhar no fundo dos seus olhos


Obrigado à vida que me tem dado tanto

Deu-me deu-me o riso e lágrimas

Bem, eu distinguir entre a alegria ea dor

As duas matérias que compõem a minha canção

E a sua música é a minha própria música

E a música de todos é a minha própria música

Obrigado à vida que me tem dado tanto

Gracias a la Vida


Gracias a la vida que me ha dado tanto.

Me dio dos luceros, que cuando los abro,

Perfecto distingo lo negro del blanco

Y en el alto cielo su fondo estrellado

Y en las multitudes el hombre que yo amo.


Gracias a la vida que me ha dado tanto.

Me ha dado el oído que en todo su ancho

Graba noche y día, grillos y canarios,

Martillos, turbinas, ladridos, chubascos,

Y la voz tan tierna de mi bien amado.


Gracias a la vida que me ha dado tanto.

Me ha dado el sonido y el abecedario;

Con él las palabras que pienso y declaro:

Madre, amigo, hermano, y luz alumbrando

La ruta del alma del que estoy amando.


Gracias a la vida que me ha dado tanto.

Me ha dado la marcha de mis pies cansados;

Con ellos anduve ciudades y charcos,

Playas y desiertos, montañas y llanos,

Y la casa tuya, tu calle y tu patio.


Gracias a la vida que me ha dado tanto.

Me dio el corazón que agita su marco

Cuando miro el fruto del cerebro humano,

Cuando miro al bueno tan lejos del malo,

Cuando miro al fondo de tus ojos claros.


Gracias a la vida que me ha dado tanto.

Me ha dado la risa y me ha dado el llanto.

Así yo distingo dicha de quebranto,

Los dos materiales que forman mi canto,

Y el canto de ustedes que es mi mismo canto,

Y el canto de todos que es mi propio canto.

Gracias a la vida que me ha dado tanto.

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