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O Homem, a Flor e O Amor

J. O. Rocha

Simplesmente Amor, ao Som do Sertanejo


Um dia plantei uma flor
Por muito tempo cultivei e reguei
até que cresceu
Achou que poderia ganhar o mundo - e se rebelou!
Ingrata, e sem entender o que é o amor
foi contra o seu criador
Furou-lhe com o seu espinho!
Linda e formosa, seguiu o seu caminho
E foi assim que aconteceu

Eu que semeei
Foi eu que que plantei
Foi eu que reguei
Cultivei com amor

Mas ela ao crecer
Saudável e formosa
Vi os seis espinhos
Ao seguir seu caminho
Decidiu rebelar
Com seu espinho furar

Porque não tinha amor
Por dentro o caule secou
Espinhos tão fértis
Mais o mal dominou

Porque faltou-lhe amor
Sobre o poder de uma flor
Eu vi que agora tudo já acabou
Só o poder do amor
Pra corrigir essa dor

És bela e formosa
Por que rebelaste
Usaste a mentira
Do amor, quiseste dor

E tu me feriste
Te fiz existir

O sol eu te dei
O ar que já respirou
A segurança te dei
Mas lhe faltou foi amor

Assim eu juro que sei
Que sempre te seguirei
Sempre adiante
Pois eu sei, não errei

Porque eu faço o que é certo
Mesmo que mui machucado
Espinhos doidos
Muitas vezes furados

O poder que me cerca
É o poder do amor

Flor, o que fizeste ao teu criador
Aos outros seres e aos da terra e ao redentor
Sobre a sua maldade
a flor mais linda tu maltratou
O teu caule tu fez chorar
e não tivesse um pingo de amor
Nem mesmo ao olhar de uma flor
Pois o teu caule já checou!

Assim eu juro que sei
Que sempre te seguirei
Sempre adiante
Pois eu sei, não errei

Porque eu faço o que é certo
Mesmo que mui machucado
Espinhos doidos
Muitas vezes furados

O poder que me cerca
É o poder do amor

Compositor: Joselito Oliveira Rocha

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