Insomnium


Unsung


Debaixo de uma pedra em silêncio

Na carícia fria da Terra

Onde reina o sono intemporais

Onde mundo é apenas um pedágio distante


Sem estrelas brilho, sem lua vaga

No sol ninhadas, sem ventos sopram

Não melodias carrilhão no meio dos ossos

Não orações do próprio diabo


A noite cai e quebra o amanhecer novamente

outonos e invernos lentamente passar

E todos esses tremores terrestres

Mas uma lembrança para mim


A minha é esta canção esquecida

Enterrado profunda e não ouviu mais nada

O meu é este sono profano

Imortal espera sob as árvores


Todos os anos, em vão, eu lutei

Todos os meus atos passaram a nada

Unsung é o conto da mina

Mislaid até o fim dos tempos


Escondida nas profundezas do vale da lua

Entombed sob as flores brancas da morte


Só as palavras frágeis

Escrito na pedra

Recontar meu nome mais


Só as palavras frágeis

Escrito na pedra

Lembre meus dias mais

Unsung


Beneath a silent stone

In cold caress of the earth

Where timeless sleep reigns

Where world is but a distant toll


No stars shine, no moon roams

No sun broods, no winds blow

No tunes chime amidst the bones

No prayers for the devil’s own


Night falls and dawn breaks again

Autumns and winters slowly pass

And all these earthly tremors

But a remembrance for me


Mine is this forgotten song

Buried deep and heard no more

Mine is this unhallowed sleep

Deathless wait under the trees


All the years in vain I fought

All my deeds have gone to nought

Unsung is the tale of mine

Mislaid till the end of time


Hidden deep under the vale of moon

Entombed beneath the white flowers of death


Only the frail words

Written in the stone

Retell my name anymore


Only the frail words

Written in the stone

Recall my days anymore

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