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Vespas Mandarinas

Gustavo Coimbra

Chuva de Novembro


As vezes quando me distraio
Lembro que não sou daqui
Como vespas mandarinas
Que só pensam em fugir

Trancado ao meu passado
Sem saber o que é sorrir
Sem controle do meu tempo
Eu não tenho mais pra onde ir

Tudo é tão estranho
Quando tento entender
É tão estranho
Como eu imaginava ser
É tão estranho
Como tudo é tão normal

Eu me distraio muitas vezes
Quando tento me entender
Sem controle do meu tempo
E das palavras que devo dizer

Estou trancado no futuro
Sem saber o que é viver
Com a unica proposta
Que é preciso esquecer

Tudo é tão estranho
Quando tento entender
É tão estranho
Como eu imaginava ser
É tão estranho
Como tudo é tão

Tudo é tão estranho
Quando tento entender
É tão estranho
Como eu imaginava ser
É tão estranho
Como tudo é tão normal

Letra enviada por Gustavo Lima

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