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Perdido em Marte

Gustavo Coimbra

Chuva de Novembro


O céu está tão escuro
Não há mais o que fazer
Enquanto o tempo não para
Não temos o que temer

Como estrelas vazias
Que estão a nos encontrar
Seguimos uma jornada
Sem saber onde vamos chegar

Feito um momento esquecido
Que se tornou tão real
De uma história sombria
Onde vamos terminar

Amanhã talvez o tempo passe pra você
Esquecido no espaço, vivendo da sorte
Perdido em silêncio
Amanhã talvez o tempo passe pra todos nós
Se lembrando do espaço, vivendo ao norte
Perdido em marte

O céu está tão escuro
Não há mais o que fazer
Enquanto o tempo não para
Não temos o que temer

Como estrelas vazias
Que estão a nos encontrar
Seguimos uma jornada
Sem saber onde vamos chegar

Feito um momento esquecido
Que se tornou tão real
De uma história sombria
Onde vamos terminar

Amanhã talvez o tempo passe pra você
Esquecido no espaço, vivendo da sorte
Perdido em silêncio
Amanhã talvez o tempo passe pra todos nós
Se lembrando do espaço, vivendo ao norte
Perdido em marte

Letra enviada por Gustavo Lima

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