Guilherme Arantes

Turba

Guilherme Arantes


Seja qual for o dia de hoje
Logo que amanheça
Vamos sair sem pressa nenhuma
À busca de um endereço
A última loja, um canto profundo e fácil
Claro que na calçada haverá
Pessoas de toda a casta
Nos servirão café com bolacha
Dentro de sua casa
Mas negarão os braços da sua esposa
E na primeira esquina um balcão
Cheio de novidades
Vai cutucar o direito esquecido
Daquela propriedade
Mas não dirá que aquela não vale nada
Nem que fosse dada
Há montes de gente correndo na guia
Há muita barriga a soluçar
Bom dia, café com leite
Bom dia planalto
Que diabo o cinza desse asfalto

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