Guilherme Arantes

Matinal

Guilherme Arantes


Quando o peso do inverno
Deixa os olhos nublados
Ah! nem toda a calma que houver
Faz o grão do alívio germinar
Se o temor do vazio
Entalar na garganta
Ah, com toda a calma que puder
Tome um banho sobre o sono matinal
Mate os males mas não se
Importe com desenganos
O sabor da verdade
Deixa os homens parados
Bom mesmo seria fazer
A cidade inteira se escutar
Mas sem outro remédio
Que se abrir a si mesmo
Ao menos o máximo que der
Tome um banho

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