Guilherme Arantes

A Cordilheira

Guilherme Arantes

A Desordem dos Templários


Atravessar a cordilheira que se ergueu em nós
Do outro lado, as águas de um pacífico imenso mar
Rochedos e penedos
Precipícios percorrer
A estrada tão precária sempre por um triz
Vai nos levar por lagos desertos de sal
A espelhar na visão
O infinito estelar

Somos micróbios, radio-telescópios
Naves e radares para atravessar galáxias
Confirmar que existe um deus pra resgatar a vida
Que hoje se perdeu

Inocência nunca mais
Nosso amor há de guiar
O caminho há de fazer
Você lembrar que vou te amar
Seja lá o que acontecer nesse estranho mundo

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