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Amém

Guido


Calmo não, santo tão, flores e um pomar
Palmeiras, orquídeas, estrada de chão.
Porteiras e portais pra outra dimensão
Paz, paz, o vento traz cheiro verde e hortelã
Deitados enrolados, suspiros engritados
e o luar a nos aconchegar
Eu rezei pra que ela soubesse, mesmo que eu não dissesse:
O amor vai se oferecer pra nos levitar.
Os sois são mil a sós, o sangue nos lençóis
Eu te ajudo com o martelo você prega os quadros.
Tua saia que era vestido sopra leve, tomo um vinho
Lá de casa olho sorrindo você linda colhendo manjericão
Deitados enganados, trapilhos mal farrapos
e o chorar a nos acorrentar
Eu firmei com ela uma tese
De que a gente se entregue sem pressa pro tempo rolar
Deitado enrolado, suspiros engritados e o luar a nos aconchegar
Não gritei pra que ela pudesse dormir um pouco mais e sonhar
Que o amor se ofereceu pra nos levitar
Eu aceito diante do altar
Por você
Por nós dois
Pelos anos a sós
O sois são mil e a voz dos traumas
O peso que as almas têm
Amém
Os corpos jogados na cama no sofá
O amor vai se oferecer pra nos levitar
O amor se ofereceu pra nos levitar
Libertar, ma petit ami
Livrai-nos do mal
E a dor que ele nos traz
Eu tropecei pra que ela pudesse sorrir um pouco mais
e evitar o mal
E a dor que ele nos causa
A dor que ele nos causa
A dor que ele nos causa
A dor que ele te causa.

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