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Que nem lenha na fogueira

Glaubert Santos


Esse forró tá que nem lenha na fogueira
Incendiando nossa vida de emoção
É um apego, é um chamego, é um desejo
Tanto abraço, tanto beijo
Tanto aperto de mão
E o coração batendo forte no compasso
É tic tac a noite inteira sem parar
E o cabra encosta no corpinho na donzela
Funga no cangote dela, faz poeira levantar
E o sanfoneiro de repente para o fole
Aproveita e tome um gole de pinga pra esquentar

Nesse forró
não vejo a hora de arrumar a minha vida
Tô sozinho sem guarida, perdido na ilusão
Nesse forró
vou meter pinga no peito
E vou encontrar um jeito de alegrar meu coração

Esse forró tá que nem lenha na fogueira
Incendiando nossa vida de emoção
É um apego, é um chamego, é um desejo
Tanto abraço, tanto beijo
Tanto aperto de mão
E o coração batendo forte no compasso
É tic tac a noite inteira sem parar
E o cabra encosta no corpinho na donzela
Funga no cangote dela, faz poeira levantar
E o sanfoneiro de repente para o fole
Aproveita e tome um gole de pinga pra esquentar

Nesse forró
não vejo a hora de arrumar a minha vida
Tô sozinho sem guarida, perdido na ilusão
Nesse forró
vou meter pinga no peito
E vou encontrar um jeito de alegrar meu coração

Compositor: Evanilson Vieira

Letra enviada por Vanessa Vieira

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