Gilmelândia

Maionese

Gilmelândia

Gil Melândia: ao Vivo


Batendo palmas prá baixo e prá cima
O côro levanta e canta e grita
Bate que bate
Lá vem o chocolate
Bate, que bate!
Bate, que bate lá vem o chocolate!
No ombro uma tatuagem
Camisa desbotada e um bermudão
Misterioso ele dançava
E eu de olho nele desde que chegou

De repente o seu olhar nos meus olhos penetrou
Sustentando a olhada, se chegou sem dizer nada
Me pegou com suas garras e
Prá pista me arrastou

Maionese... Ele me bate, bate feito maionese
E o que eu tinha tomado, subiu direto e foi prá cabeça

Maionese... Ele me bate, bate feito maionese
Nem sei mais como me chamo (e onde eu vivo)
E onde eu vivo já não interessa
Batendo palmas prá baixo e prá cima
O côro levanta e canta e grita
Bate que bate
Lá vem o chocolate
Bate, que bate!
Bate, que bate lá vem o chocolate!
No ombro uma tatuagem
Camisa desbotada e um bermudão
Misterioso ele dançava
E eu de olho nele desde que chegou

De repente o seu olhar nos meus olhos penetrou
Sustentando a olhada, se chegou sem dizer nada
Me pegou com suas garras e
Prá pista me arrastou

Maionese... Ele me bate, bate feito maionese
E o que eu tinha tomado, subiu direto e foi prá cabeça

Maionese... Ele me bate, bate feito maionese
Nem sei mais como me chamo (e onde eu vivo)
E onde eu vivo já não interessa

Me contaram alguns amigos
Que me encontraram ainda dançando tonta e sozinha
Sou maionese

Batendo palmas prá baixo e prá cima
O côro levanta e canta e grita
Bate que bate
Lá vem o chocolate

Maionese... Ele me bate, bate feito maionese
E o que eu tinha tomado, subiu direto e foi prá cabeça

Maionese... Ele me bate, bate feito maionese
Nem sei mais como me chamo (e onde eu vivo)
E onde eu vivo já não interessa

Composição: (jasa / Britos / Cáceres / Versão: Cláudio Rabello)

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