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Amor Clandestino

Evandro e Agnaldo


Quando a porta se abrir,
você vai sair,
e pedir que eu esqueça

Toda vez é assim,
vai fugindo de mim,
quase perco a cabeça

Quando o relogio avisa,
visto a minha camisa,
me escondendo da dor

Nem bem a porta se fecha,
você me esquece, no elevador

Fica a sensação,
que essa nossa paixão,
é um caso sem jeito
Pra te amar outra vez,
lembro o que a gente fez,
te procuro no peito

Só encontro um vazio,
feito um peixe sem rio,
me falta um pedaço

Sinto então sua boca, e o meu corpo sem roupa, dentro
do seu abraço

Refrão:
Esse amor de momento, quase nunca tem tempo, é feito
as pressas
Não divide segredos, não tem paz nem sossego, não
admite promessas
Esse amor clandestino, faz de mim um menino, que ao
dormir também chora
E adormece querendo, te ouvir me dizendo, nunca mais
vou embora

Fica a sensação,
que essa nossa paixão,
é um caso sem jeito
Pra te amar outra vez,
lembro o que a gente fez,
te procuro no peito

Só encontro um vazio,
feito um peixe sem rio,
me falta um pedaço

Sinto então sua boca, e o meu corpo sem roupa, dentro
do seu abraço

Compositor: César Augusto/paulo Ricardo

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