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Minha Palavra

Eu Acuso!

Síndrome de Estocolmo


Movo montanhas pela cidade
O grito das ruas em pele e osso
Ovo na cara da autoridade
Se a política não for pro povo

Minha palavra nunca se cansa
Não vou calar nem me render à sorte
Quem muito espera nem sempre alcança
A mente revolucionária não teme a morte

Cada sentença uma cabeça mais aberta
Para o discurso não se perder na brisa
A mão que escraviza não faz arte que liberta
Eu não preciso teu aval pra ser poeta

Minha palavra nunca se cansa
Quem muito espera nem sempre alcança
Não vou calar nem me render à sorte
A mente revolucionária não teme a morte

Os braços dados como luzes que se acendem
Iluminam as correntes que nos prendem

Movo montanhas pela cidade
O grito das ruas em pele e osso
Ovo na cara da autoridade
Se o política não for pro povo

Minha palavra nunca se cansa
Não vou calar nem me render à sorte
Quem muito espera nem sempre alcança
A mente revolucionária não teme a morte

Letra enviada por Eu Acuso

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