Erasmo Carlos
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Teoria do Óbvio

Erasmo Carlos

Gigante Gentil


O faquir não dorme em tatame
A formiga não come aspartame
Certas coisas não se pode controlar

O licor não sai do chuveiro
A galinha não transa em puleiro
Certas coisas não dá pra você mudar

Pode espernerar que mesmo assim I love you
E o que se sente não dá pra forçar
Já que a vida brinca de fazer o óbvio
Não tem jeito, todos temos que brincar

O faquir
O licor
A formiga
E a dor
É você
Onde for
Pra valer
Meu amor

(segue o mantra!)

Se existe um jeito para quem se ama
E a cama ajuda a gente a se acertar
Beija-flor não vai ficar comendo grama
Abajur não vai fazer o sol raiar

Abajur
Beija-flor
Sua luz
Minha cor
É você
Onde for
Podes crer
Meu amor

(quem somos nós pra mandar na vida
se ela disse que é assim, é assim
não se pode mudar o óbvio meu bem
a vida é assim
é assim
é assim)

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