Metal Malóka

Claustrofobia

Peste


Malokero, metaleiro
Possuído o dia inteiro
Na vivencia de um sistema já falido
Mantemos vivo, a essência de nascença
Corre na veia som bandido como amor pelo filho
Cicatriz, Sujeira

Delírio, cachaça, metal, fiasco
Louco varrido começa o arregaço
Na humilde fazendo o som reinar
Sentindo no peito, a potencia e a falta de ar
Bufando, babando que nem um animal
Descendo a lenha até o juízo final

Sujo imundo lutando o dia inteiro
A corja do sistema nos inspira tocar na veia
Na guerra até não poder
Mantendo a conduta até morrer

Trankera, sangue no olho. Enfia a bota, Metal Malóka!

Pelo bem sem olhar a quem
Mente encardida não tem pra ninguém
Pelo bem sem olhar a quem
Caminho das trevas eu tenho que correr
Pelo bem sem olhar a quem
Caminho das pedras o prazer em vencer

E nenhum filho da puta, derruba até o apodrecer

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