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A Door, a Soul, I Want to See

Célio Azevedo


As linhas não se cruzam
Estou só, em outra direção
Enquanto o horizonte me empurra outros caminhos
Que atenuam o que é a febre

Quando vem a cair do céu
Gotas de saudade e de dor
Que sangra a virgindade
Do nosso digno credor

A hipocrisia da sociedade e de todos que falam sem saber
Queima a sanidade do invólucro
Trabalhar, matar e morrer
Pelos restos do sistema

Flores na primavera, não me importas
O que me importas é que
De ti gosto em todo o tempo

Não me importas. Não me importas. Não me importas...

Não pretendo ser seu mártir
Nesse sentimento duvidoso
Às vezes sinto calor
Mas sempre estou sóbrio

Espero o que deve ser esperado
Não há o imprevisível
Não há o que te intimidas
Os ponteiros viram-se ao contrário
Os ponteiros viram-se ao contrário

Insegurança, talvez uma tentativa de se omitir
E continuar omitindo-se, e continuar tentando
Nada pressupõe que a verdade é o que você vê
Mas não há mentira que me envolve...

Às vezes é difícil esquecer o que não é verdade. Isso não é verdade.

Mas mesmo assim.

Letra enviada por Playlists do Vagalume

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