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    Senta mais, rebola mais
    Quero ser seu vício
    Senta mais, rebola mais
    Nós dois no precipício

    (darryu)
    Ela mordeu a maçã, porta nua seu Ray-ban
    Solta um set do Wu-tang, dissipou sua mente sã
    Quer dar uma de vilã, cabulosa igual Saddam
    Hofmann, Jack Daniels, lança cam cam
    Ela curte Amsterdã, vou de rua com o clã
    Na cachaça talibã, acendo um cigarro
    E dou bom dia ao Vietnã
    Faz mulheres de amante, só fuma na blunt
    Num mundo distante, ela frita
    Depois de um free no cajon, pede gelo e Chandon
    Traz tabaco e o marrom, traz fluidos, gemidos de edredom
    Vida de louco cabron, não deixo meu nome só meu codinome
    Não ando com o bonde, bato de front, faz a minha ponte
    Quero meu black gold, uma smoking no meu colt
    Lançando perfume, nessa gata eu varo a noite
    Tamo na fita, ela é gata, se toca e me instiga
    Fazendo amor com a batida
    Trama uma intriga, causando morte em vida
    Em cima do muro não fica
    Sem anfetamina, ativa a serotonina
    Pega quatro, cinco mina pra fazer uma obra prima
    O mundo se acaba quando ela determina
    Apresenta a branca fina
    Ela é nitroglicerina, tatuada e linda, perfumada de resina
    Ela tem o poder e eu controlo com minha rima

    Senta mais, rebola mais
    Quero ser seu vício
    Senta mais, rebola mais
    Nós dois no precipício

    (ber)
    Essa mina tem flow, é tipo esse som
    Aperto um do green, ela põe do marrom
    Dança pra mim, me seduz com seu dom
    Roça em mim, me suja de batom
    Ela é sereia, bota chapa quente
    Pancada na veia, confunde sua mente
    Geral rodeia, ela pede mais meia
    E dropa meiota bebendo água ardente
    De meia rasgada, vira madrugada
    Curte um som, só põe tijolada, maquiagem borrada
    Visão embaçada, completa a missão e é respeitada
    Pra lá e pra cá, não fica parada, só pensa em dançar
    Descabelada eu quero pegar, levar pra "saca"
    Preciso provar e te ver pelada
    Eu quero ser seu vício
    Nós dois no precipício
    Nosso mundo fictício
    No terraço do edifício
    São ossos do ofício
    Esquece os malefícios
    Só senta mais, rebola mais e desce ate o início
    Ela é "undergrau", cultural, curte rap nacional
    Ela é sensual, visual, vai até pro festival
    Paraíso artificial, um pecado carnal
    Um carnaval, um ritual transcendental
    Te deixo maluca, jogando sinuca
    Em cima da mesa, arrepio sua nuca
    Tem mel e açúcar, caiu na arapuca
    Me pede um cigarro, fuma ate bituca
    O mundo já pode acabar, passo a noite te vendo dançar
    Pode gozar, doida de "laba", faz essa "raca"
    Que eu quero filmar
    Braço fechado nos old, piercing no mamilo rosa
    Pede um whisky label gold, essa mina é preciosa
    Mais veloz que Usain bolt, pique gata cabulosa
    Esse som é pra você, linda, punk, perigosa

    Trust in me...

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