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Rabo de Foguete

Bezerra da Silva


Se eu não corcoviasse
E não me mandasse minha barba crescia
Porque não tomei jeito
E novamente entrei numa fria
Uma tal de Odete
Uma linda jambete que parou na minha
Dizendo ser solteira
Morava em mangueira malandro não tinha (aí eu ganhei)
É que saímos do samba
Eu todo empolgado era madrugada
Sem saber que estava
Embarcando em canoa furada
Cheguei lá no biongo
Tomei aquele banho depois fui me deitar
É, mas, bateram na porta
Ela quase morta danou a gritar

Se manda pretinho quem está ai é o Valdemar
Professor de judô e karatê
É prejuízo você encarar

Se manda Luiz o malandro é de amargar
É instrutor de judô lá na Pe
E na mão pra você não vai dar
E
Se eu não corcoviasse
E também não me mandasse minha barba crescia
Porque não tomei jeito
E novamente entrei numa fria
Uma tal de Odete
Uma linda jambete que parou na minha
Dizendo ser solteira
Morava em mangueira malandro não tinha (aí eu ganhei)
É que saímos do samba
Eu todo empolgado era madrugada
Sem saber que estava
Embarcando em canoa furada
Cheguei lá no biongo
Tomei aquele banho depois fui me deitar
É, mas, bateram na porta
Ela quase morta danou a gritar

Se manda pretinho quem está ai é o Valdemar
Professor de judô e karatê
É prejuízo você encarar

Se manda pretinho o malandro é de amargar
É instrutor de judô lá na Pe
E na mão pra você não vai dar

Se manda Luiz, o malandro é de amargar
É instrutor de judô lá na Pe
E na mão pra você não vai dar

Se manda Luiz grande, o malandro não tem medo
Ele ainda anda trepado
E também é de sentar o dedo

Compositor: Luiz Grande

Letra enviada por Ricardo Alves Cabral

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