Amor mesquinho, egoÃsta, hipócrita, polÃtico Amamos a quem nos ama, morte aos inimigos Mais cifrões, menos valores, eis o drama Egos matam por poder, movidos por ganância
Mas e se houvesse amor, se de fato houvesse Amor SemearÃamos mais vida, podarÃamos a dor Onde estaria o opressor, o ódio, o rancor? Vocês não seriam o que são, eu não seria o que sou
Atores de um teatro de amores encenados Bastidores não ocultam dores dos dissimulados Na era digital o amor artificial Só tem sentido se for colocado em rede social
Nos prendemos a palavras que não querem dizer nada Ações são omissões quando vantagens não são dadas Castelos construÃdos com as pedras atiradas São os mesmos destruÃdos pra retribuir pedradas
Assim está escrito e quem escreveu descreve "Quem não ama não conhece a Deus" que isso reverbere Sujeitos com seus predicados promovem ilusões É muito mais do que o poema do LuÃs Vaz de Camões
Na Terra de conjuração de irmão em prol do mal Não temos tempo pra amar nem em conjugação verbal E pra sintetizar o argumento aqui exposto Sem amor apenas somos máquinas de carne e osso
Compositores: Thiago Neiva Fonseca (Azorap) (ABRAMUS), Willamys Souza Dias (Will Dias) (ABRAMUS)Publicado em 2017 (30/Out)ECAD verificado obra #31953841 e fonograma #29507761 em 03/Mai/2024