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Vida do Crime

Aurélio Damasceno


Na vida do crime
Não se admite falhas
Vacilão na quebrada
Amanhece na vala

Na guarnição do morro
É os menor de fuzil
Desiludido na vida
Que a sociedade cuspiu

Não acreditaram
No sonho de uma criança
Dentro da favela
Cresceu sem esperanças

Em seu coração
Fez morada pra ganancia
De obter poder, e se tornar o dono do morro
Mas tava indo com calma, porque ainda era muito novo

Começou como olheiro, um moleque ligeiro
Logo foi promovido, passando, há fogueteiro
Ele foi crescendo, na hierarquia do crime
Estilos os filme de ação, que passa no super cine

Teve que matar
Não deve só de ceifar
Mandando vários a cova
Sem remorso no olhar

Essa é a vida do crime
Você tem que entender
Você ta pra matar, mas também ta pra morrer
Pense bem, nessa situação... Háá
Tua família não te quer, dentro de um caixão "

Trocava tiro com a policia
Não tinha medo da morte
Dizia que contava com a fé
Que não contava com a sorte

Cheio de Armamentos, dinheiro
Cercado de mulher
Tinha uma pra cada dia
Cês tão ligado como é

Depois de alguns anos
O patrão viu competência
tirando ele do beco
Colocando na gerencia

Mas pega a visão
Se liga meu amigo
Quem com ferro, ferre
Com ferro será ferido

Um maloqueiro bacana
Cheio de moral
Vários carros do ano
E uma piscina no quintal

Em seu aniversário de 18
Fez uma grande festa
E de presente de um inimigo
Ganhou uma bala na sua testa

Essa é a vida do crime
Você tem que entender
Você ta pra matar, mas também ta pra morrer
Pense bem, nessa situação... Háá
Tua família não te quer, dentro de um caixão "

Letra enviada por Aurélio Damasceno

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