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    Sou a madeira que sempre fico na beira
    Perfume de sarro e cera
    Que dança no seu beicinho
    É evidente que sou preso pelos dentes
    Chaminé dos inocentes
    Embebedo de mansinho
    Sou pau de boca de saci a magistrado
    Desejado e adorado
    Alimentado pelo fumo
    Mata cachorro bem capacho e distraído
    Carimbado e mal vestido
    Que eu não sei qual o meu rumo
    Sou a birita mescla de cachaça e mel
    Cabeça seca pelo céu
    Pela chama do atrito
    No meu fornilho se deita qualquer tabaco
    A chupada me faz fraco
    Sou um verdadeiro pito
    Seu pensador vê se decifra pra mim
    Eu já passei por tanto horror
    Por que é que não morri?
    Será que é só pra manter o combinado
    Que pra ter um chupador
    Tem que nascer um já chupado
    Tá assustado, tá assustado?

    by Jordana Bonasina

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