Angelo Escobar

La Tormenta (tradução)

Angelo Escobar


A tempestade


Conte-me sobre a chuva de bom tempo não

O bom tempo que odeio há muito tempo

O sol radiante me explode

Porque o mais doce amor

O que eu soube me foi dado por San Isidro

Quando caiu

Do céu uma longa tempestade


Uma noite em julho, quando ele veio correr

Nos telhados uma tempestade exemplar

Com seus mil jogos e truques

Desprezando sua cama chego de camisola

O vizinho batendo ansiosamente no meu portão

Procurando meus bons ofícios


Estou sozinho, abra-me, estou morrendo de medo

Meu marido foi para o seu trabalho duro

Eu já desmaiei por dois ou três

Sempre que chove assim ele dorme em outro portal

Bem, seu trabalho é ser um gerente geral

De uma indústria relâmpago


Viva Benjamin Franklin, murmurei

Quando ela em meus braços eu busco refúgio

Então o amor fez o resto

Há quem semeie raios de arganel

Em tantas casas que o dele é esquecido

Não há mais erro fatal


Quando o bom San Isidro apaziguou seu ardor

A pobre garota já tendo medo conjugado

Tão corajosa quanto feliz por ter voltado para casa

Secar o gañan dando uma mesa para o próximo furacão

Para a próxima tempestade


Desde então eu passo meu tempo espionando

Os cantos do céu já se desesperam

Se as nuvens não estiverem altas

Os estratos, o nimbo, os cúmulos são

Uma mensagem feliz para o meu coração

Mas meu amado nunca mais voltou


Por que tantos fierritos a empresa instalou

Que seu marido se tornou um milionário

Um produto de venda tão bom

La Tormenta


Háblenme de la lluvia del buen tiempo no

El buen tiempo hace tiempo lo detesto yo

El Sol radiante me revienta

Por que el más dulce amor

Que pude conocer me lo dio San Isidro

Cuando hizo caer

Del cielo una larga tormenta


Una noche de Julio en que vino a trotar

Sobre los techos una tormenta ejemplar

Con sus mil juegos y artificios

Desdeñando su cama llego en camisón

La vecina a golpear ansiosa mi portón

Buscando mis buenos oficios


Estoy sola abrame me muero de temor

Mi marido se fue a su dura labor

Ya llevo dos o tres desmayos

Siempre que llueve así el duerme en otro portal

Pues su trabajo es ser gerente general

De una industria de para rayos


Viva Benjamín Franklin mascullaba yo

Cuando ella en mis brazos refugio busco

Después el amor hizo el resto

Hay del que siembra para rayos arganel

En tantas casas que se olvida la de él

Error no existe más funesto


Cuando el buen San Isidro aplacaba su ardor

La pobre habiendo ya conjugado el temor

Tan valiente como contenta a su casa volvió

A secar al gañan dando mesita para el próximo huracán

Para la próxima tormenta


Desde entonces mi tiempo lo gasto en espiar

Los rincones del cielo y a desesperar

Si no están las nubes alciadas

Los estratos, los nimbus, los cumulus son

Un mensaje feliz para mi corazón

Pero jamás volvió mi amada


Por que tantos fierritos la empresa instalo

Que su esposo en millonario se convirtió

Producto de tan buena venta

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