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    Ei-te uma rosa e no espelho
    Entre a sombra e o vermelho
    Estranhaste o seu clarão
    Agora só a debrua
    A luz irreal da Lua
    No vago da escuridão

    Nela vi quanto dizias
    Davas, rias, prometias
    Vão murmúrio, vão rumor
    Louca, louca esta existência
    Tresloucada incandescência
    Que o sangue lhe vinha pôr

    E era tão intensa a vida
    Que a fugaz rosa colhida
    Já nem no espelho perdura
    Faz-se rosa em desalento
    Que a noite mesmo sem vento
    Só de a tocar desfigura

    Vão-lhe as pétalas caindo
    À medida que fugindo
    A Lua desaparece
    E a manhã quando desperta
    Já só vê a forma incerta
    De uma réstia que estremece

    Triste vida a que me afoite
    A fazer de cada noite
    Uma flor, uma quimera
    Mas rosa, a rosa terás
    Outra, outra e outra atrás
    Da que morre à tua espera

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    Todas as letras de Ana Sofia Varela

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