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    Elaine Brown (Interlude)
    Okay, can I do one more? It's really quick
    (Please, come on)
    So he said: "Blow black mother, black mother"
    He always announce the title and say
    "black mother"
    This is rap, this is hip hop
    this is all that, from the street
    Poetry from the street

    Black mother, I must confess that I still breathe
    Though you are not yet free
    What could justify crying start
    Forgive my cowards heart
    But blame me not for sheepish me
    While we sleeping in a deep-deep sleep
    And I be hazed and dazed and
    Vipers fester in my hair
    Black mother, I curse your drudging years
    The rapes, heart-breaks, sweat, and tears
    But I swear on siege night
    Dark and gloom
    A rose I'll wear to honor you
    And when I fall the rose in hand
    You will be free and I a man
    for a slave of natural death who dies
    can't balance out to two dead flies
    I'd rather be without the shame
    A bullet lodged within my brain, black mother
    Elaine Brown (Interlude)
    Ok, eu posso fazer mais um? É bem rápido
    (Por favor, vamos lá)
    Então, ele disse: "Sopro da mãe negra, mãe negra"
    Ele sempre anuncia a título e fala
    "mãe negra"
    Isso é rap, isso é hip hop
    É tudo isso, da rua
    Poesia da rua

    Mãe negra, eu devo confessar que eu ainda respiro
    Embora você ainda não esteja livre
    O que poderia justificar o choro começar
    Perdoe meu coração covarde
    Mas não me culpe por me envergonhar
    Enquanto dormiamos em um sono bem-bem profundo
    Eu fui judiado e atordoado
    Víboras apodeciam no meu cabelo
    Mãe negra, eu amaldiço seus anos de trabalho duro
    Os estupros, o coração partido, suor e lágrimas
    Mas eu juro no cerco da noite
    Obscuro e melancólico
    Uma rosa usarei para honrar você
    E quando eu cair a rosa na mão
    Você será livre e eu um homem
    para um escravo da morte natural que morre
    Não pode equilibrar duas moscas mortas
    Eu preferiria estar sem essa vergonha
    Uma bala alojada dentro do meu cérebro, mãe negra


    Letra enviada por Leandro Lima


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