• Vagalume
  • A-Z
  • Estilos
  • Top 100
  • Playlists
  • Rádio
  • Hot Spots
  • Notícias
  • Play
    PLAY

    Ele nasceu no mês do leão, sua mãe uma bacante
    E o rei seu pai, um conquistador tão valente
    Que o príncipe adolescente pensou que já nada restaria
    Pra, se ele chegasse a rei, conquistar por si só.
    Mas muito cedo ele se revelou um menino extraordinário:
    O corpo de bronze, os olhos cor de chuva e os cabelos cor de sol.

    (Refrão)
    Alexandre,
    De Olímpia e Felipe o menino nasceu, mas ele aprendeu | 2x
    Que o seu pai foi um raio que veio do céu

    Ele escolheu seu cavalo por parecer indomável
    E pôs-lhe o nome Bucéfalo ao domina-lo
    Para júbilo, espanto e escândalo do seu próprio pai

    Que contratou para seu perceptor um sábio de Estagira
    Cuja a cabeça sustenta ainda hoje o Ocidente
    O nome Aristóteles - nome Aristóteles - se repetiria
    Desde esses tempos até nossos tempos e além.
    Ele ensinou o jovem Alexandre a sentir filosofia
    Pra que mais que forte e valente chegasse ele a ser sábio também.
    (Refrão)

    Ainda criança ele surpreendeu importantes visitantes
    Vindos como embaixadores do Império da Pérsia
    Pois os recebeu, na ausência de Felipe, com gestos elegantes
    De que o rei, seu próprio pai, não seria capaz.
    Em breve estaria ao lado de Felipe no campo de batalha
    E assinalaria seu nome na história entre os grandes generais.
    refrão

    Com Hefestião, seu amado
    Seu bem na paz e na guerra,
    Correu em honrra de Pátroclo
    - os dois corpos nus -
    Junto ao túmulo de Aquiles, o herói enamorado, o amor

    Na grande batalha de Queronéia, Alexandre destruía
    A esquadra Sagrada de Tebas, chamada e Invencível.
    Aos dezesseis anos, só dezesseis anos, assim já exibia
    Toda a amplidão da luz do seu gênio militar.
    Olímpia incitava o menino do Sol a afirma-se
    Se Felipe deixava a família da mãe de outro filho dos seus se insinuar.
    (Refrão)

    Feito rei aos vinte anos
    Transformou a Macedônia,
    Que era um reino periférico, dito bárbaro
    Em esteio do helenismo e dois gregos, seu futuro, seu sol

    O grande Alexandre, o Grande, Alexandre
    Conquistou o Egito e a Pérsia
    Fundou cidades, cortou o nó górdio, foi grande;
    Se embriagou de poder, alto e fundo, fundando o nosso mundo,
    Foi generoso e malvado, magnânimo e cruel;
    Casou com uma persa, misturando raças, mudou-nos terra, céu e mar,
    Morreu muito moço, mas antes impôs-se do Punjab a Gilbraltar.

    by Ale Parente 11/2009

    Encontrou algum erro na letra? Por favor, envie uma correção »

    Comente
    user 300 caracteres restantes. Enviar

    Todas as letras de Adriana Calcanhotto

    Publicidade
    Notícias
    Mais notícias »
    Hot Spot
    Top Músicas do Vagalume
    Top 100 »

    As informações deste site são postadas integralmente pelos usuários. É importante dizer que é possível que os dados estejam desatualizados ou incorretos, sendo assim, o Vagalume exime-se de qualquer responsabilidade sobre as informações publicadas.Caso haja interesse em remover ou alterar alguma informação, entre em contato conosco.


    É permitida somente a visualização no site das letras de músicas encontradas aqui, vedada sua reprodução através de quaisquer outros meios (Lei 9610/98).Todas as letras de músicas são propriedade dos seus respectivos autores e divulgadas somente para fins educacionais.All lyrics are property and copyright of their owners. All lyrics are provided for educational purposes only.