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Quando chega sexta-feira me ajeito da minha maneira
Passo um rente na melena
Bombacha pano dobrado e um vermelho debochado
No gargalo do pavena
Bato a foia do biscaio na bico de papagaio
Que mandei temperá no povo
Te espera lá na ramada tateando de cola atada
Meu baio gema de ovo
Sou missioneiro, chamameseiro nasci costeiro
Gosto de ver quando o paysano comanda a farra
No mate amarra e no cargo do chamamé
Alço a perna com destreza me permite a natureza
Que me deu força bagual
Tapeio marca mangueira e bem no jeitão da fronteira
Me vou pra banda oriental
Passo lá um fim de semana nos braço da castelhana
Que tá prenha deste peão
Gasto toda as energia segunda ao clarear do dia
Eu volto a trote pro rincão
Sou missioneiro, chamameseiro nasci costeiro
Gosto de ver quando o paysano comanda a farra
No mate amarra e no cargo do chamamé
Passo lá um fim de semana nos braços da castelhana
Que tá prenha deste peão
Gasto toda as energia e segunda ao clarear do dia
Eu volto a trote pro rincão
Vou cuidar da minha lida cicatrizando a ferida
Que a saudade fez sangrar
Quando me arrecadar os pilas de quatro ou cinco esquila
Outra vez volto pra lá
Sou missioneiro, chamameseiro nasci costeiro
Gosto de ver quando o paysano comanda a farra
No mate amarra e no cargo do chamamé
por nelson de campos
Passo um rente na melena
Bombacha pano dobrado e um vermelho debochado
No gargalo do pavena
Bato a foia do biscaio na bico de papagaio
Que mandei temperá no povo
Te espera lá na ramada tateando de cola atada
Meu baio gema de ovo
Sou missioneiro, chamameseiro nasci costeiro
Gosto de ver quando o paysano comanda a farra
No mate amarra e no cargo do chamamé
Alço a perna com destreza me permite a natureza
Que me deu força bagual
Tapeio marca mangueira e bem no jeitão da fronteira
Me vou pra banda oriental
Passo lá um fim de semana nos braço da castelhana
Que tá prenha deste peão
Gasto toda as energia segunda ao clarear do dia
Eu volto a trote pro rincão
Sou missioneiro, chamameseiro nasci costeiro
Gosto de ver quando o paysano comanda a farra
No mate amarra e no cargo do chamamé
Passo lá um fim de semana nos braços da castelhana
Que tá prenha deste peão
Gasto toda as energia e segunda ao clarear do dia
Eu volto a trote pro rincão
Vou cuidar da minha lida cicatrizando a ferida
Que a saudade fez sangrar
Quando me arrecadar os pilas de quatro ou cinco esquila
Outra vez volto pra lá
Sou missioneiro, chamameseiro nasci costeiro
Gosto de ver quando o paysano comanda a farra
No mate amarra e no cargo do chamamé
por nelson de campos
Letra enviada por Nelson Milton De Campos
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