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    A revolta estourou no coração
    Do garoto branco de classe média
    Se cansou de tanta corrupção
    E de assistir à repetitiva tragédia
    Cansou da mesma manchete
    Sanguinária todo santo dia
    O pivete de Ak-47
    Tomando rajada da polícia
    O garoto branco e revoltado
    Não aceita mais ser pau mandado
    Não aceita mais ser pecinha do sistema
    Não aceita mais ser mais um na cena
    Que nada fará, que nada mudará
    Que será mais um alienado conformado
    O garoto de classe média não aceitará
    Ser um nada nesse mundo maltratado
    O garoto branco de classe média
    Não escuta mais som comercial
    Ele narra a podridão política e a tragédia
    Sob o nome de Terrorista Verbal

    Atenção sistema, o monstro foi libertado
    O garoto branco de classe média luta pelo proletário
    Você pediu e eu fui libertado!
    Eu luto pelo proletário, pelo proletário...

    Você não nasceu lá, me disseram certa vez
    Ah, então por isso tenho de ser lambe-saco de burguês?
    Por não ser preto favelado tenho que ser conformado
    E ser mais uma peça no jogo sujo, alienado?
    Tenho que seguir o padrão de vida ocidental
    E ignorar as crianças vivendo da fal?
    Tenho que fingir que está tudo bem?
    Tenho que fingir que não há pobre?
    Tenho que fingir que não há apenas 30 entre cem
    Neste mundo que não passam fome?
    Falou então, abraça aí irmão
    Abraça também que foi abolida a escravidão
    E abraça que Criança Esperança ajuda
    Só roubam as doações, aqueles filhos da puta

    Atenção sistema, o monstro foi libertado
    O garoto branco de classe média luta pelo proletário
    Você pediu e eu fui libertado!
    Eu luto pelo proletário, pelo proletário

    Eu lembro de quando era um pivetinho
    Tinha de tudo, boa comida e carinho
    Nunca precisaria roubar
    Ou para a bandidagem entrar
    Minhas chances de um dia se conscientizar
    Era uma em um milhão, se pá
    Muito dificilmente aconteceria
    E aconteceu, estudei a política
    Me tornei ateu, questionei
    Por que o político não segue a lei
    Que ele mesmo aprova no senado
    Conheci o rap, o proletariado
    Aos poucos adentrando na cultura da favela
    Sem dizimá-la, respeitando ela
    Somando e fortalecendo, rimando
    Não quero ser um vacilão, mano
    Não escolhi ter mais
    Mas escolhi lutar pela paz
    Escolhi lutar, lutar, lutar até não poder mais!

    Refrão
    Atenção sistema, o monstro foi libertado
    O garoto branco de classe média luta pelo proletário
    Você pediu e eu fui libertado!
    Eu luto pelo proletário, pelo proletário

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