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    Calm Like A Bomb
    Feel the funk blast

    I be walkin' god like a dog
    My narrative: fearless
    My word war returns to burn
    Like Baldwin home from Paris
    Like Steel from a furnace
    I was born landless
    It's the native son
    Born of Zapata's guns
    Stroll through the shanties
    And the cities remains
    Same bodies buried hungry
    But with different last names
    These vultures rob everything
    Leave nothing but chains
    They Pick a point on the globe
    Yes the pictures the same!
    There's a bank, there's a church, a myth and a hearse
    A mall and a loan, a child dead at birth
    There's a widow pig parrot
    A rebel to tame
    A whitehooded judge
    A syringe and a vein

    And the riot be the rhyme of the unheard

    Whatcha say
    Whatcha say
    Whatcha say
    What!

    Calm like a bomb!

    This ain't subliminal
    Feel the critical mass approach horizon
    The pulse of the condemned
    Sound off America's demison
    The anti-myth rhythm rock shocker
    Yes I spit fire
    Hope lies in the smoldering rubble of empires
    Yes, back through the shanties and tha cities remains
    The same bodies buried hungry
    But with different last names
    The vultures rob everyone
    Leave nothing but chains
    Pick a point here at home
    And the picture's the same
    There's a field full of slaves
    Some corn and some debit
    There's a ditch full of bodies
    The check for tha rent
    There's a tap, the phone, the silence of stone
    The numb black screen
    That be feelin' like home

    And the riot be the rhyme of the unheard

    Whatcha say
    Whatcha say
    Whatcha say
    What!

    Calm like a bomb!

    There's a mass without roofs
    A prison to fill
    There's a country's soul that reads post no bills
    There's a strike and a line of cops outside of the mill
    There's a right to obey
    And there's a right to kill
    Calmo como uma bomba
    Sinta o funk bater

    E estou andando, Deus, como um cachorro
    Minha narrativa: o sem medo
    Minha guerra de palavras volta a queimar
    Como Baldwin vai para casa de Paris
    Como aço sai de uma fornalha
    Eu nasci sem terra
    Esse é o filho nativo
    Nascido das armas de Zapata
    Me volto através das barracas
    E das cidades que sobraram
    Os mesmos corpos enterrados por fome
    Mas com sobrenomes diferentes
    Esses abutres roubam tudo
    Deixando nada, exceto correntes
    Escolha um ponto no globo
    Sim as cenas são as mesmas
    Há um banco, há uma igreja um mito uma tumba
    Um shopping e um empréstimo uma criança nascida morta
    Há a viúva de um porco imitador
    Um rebelde para domesticar
    Um juiz vestido de branco
    Uma siringa e uma veia

    E a desordem será o verso do desconhecido

    O que você disse?
    O que você disse?
    O que você disse?
    O que!

    Calmo como uma bomba!

    Isso não é subliminar
    Sinta a massa crítica se aproximar pelo horizonte
    O pulso do condenado à morte
    Sem som, a morte da América
    O choque do ritmo do rock Anti-mitos
    Sim eu cuspo fogo
    Esperança que mentiras queimem no entulho dos impérios
    Sim volto através das barracas e das cidades restantes
    Os mesmos corpos enterrados por fome
    Mas com sobrenomes diferentes
    Esses predadores roubam todos
    Deixando nada, exceto correntes
    Escolha um ponto aqui em casa
    Sim a cena é a mesma
    Há um campo cheio de escravos
    Algum milho e algumas dívidas
    Há uma trincheira cheia de corpos
    A verificaç? o para alugar
    Há uma escuta, o telefone, o silêncio de uma pedra
    A paralisada tela preta
    Que me lembra lá em casa

    E a desordem será o verso do desconhecido

    O que você disse?
    O que você disse?
    O que você disse?
    O que!

    Calmo como uma bomba!

    Há uma massa sem tetos
    Uma prisão para encher
    Há a alma de um país que lê cartas sem contas
    Há uma greve e umas linha e policiais fora da fábrica
    Há o direito de obedecer
    E há o direito de matar



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