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  • Luiz Carlos da Silva, líder e cantor da Banda Raça Negra, nasceu em São Paulo, em 01 de fevereiro de 1957. Com sonho de ser cantor, aos 15 anos de idade já arriscava suas primeiras dedilhadas no violão de seu cunhado. Trabalhou na Folha de SP, Kalunga e outros estabelecimentos comerciais até conseguir aos 17 anos, em 1974, comprar o seu primeiro violão Rei.

    Foi trabalhar como vendedor para se manter, enquanto buscava seu espaço como cantor, nas noites paulistanas, conciliava os dois trabalhos. Tinha como inspiração Tim Maia, Roberto Carlos, entre outros grandes nomes da MPB. Com muita vontade, garra e perseverança formaram o grupo a cor do samba, mas o nome acabou gerando piada dos maldosos de plantão, então por sugestão dos fãs que desde 1983 no bairro Vila Nhocume Z/L- SP, já acompanhavam o grupo em suas apresentações no Bar do Coalhada, deram a sugestão de banda Raça Negra, e assim ficou e emplacou nas paradas de sucessos. Aos poucos foram juntando os integrantes. A Banda Raça Negra tocava músicas de outros cantores em ritmo de samba. Os integrantes gravaram uma fita e foram em busca de gravadoras. Depois de algum tempo foram apresentados a RGE que se interessou pelo trabalho, gravando vários discos. O primeiro lançado em 1991, fez sucesso a música Caroline de Luiz Carlos, a banda passou a apresentar-se em programas de televisão do RJ e SP. A partir daí as propostas de shows aumentaram e o grupo passou a se apresentar em várias capitais do país.

    O segundo LP foi em 1992, fez sucesso com as músicas É o amor da dupla Zezé de Camargo e Luciano, Pensando em você e Cigana. No terceiro LP, do mesmo ano vieram Será de Renato Russo e Cheia de Manias. O LP em 1993 foi marcado pelas músicas Estou mal, Doce paixão e Tempo Perdido. Em 1994, foi lançado o quinto LP que chegou às lojas com 500 mil cópias vendidas. A música de trabalho foi uma regravação do Rock Brasileiro, Pro dia nascer feliz de Cazuza, que levou o banda mais uma vez ao Top dos sucessos e a participar de uma campanha nacional que alertava a população quanto os perigos da AIDS.

    Outras canções daquele ano foram Te quero comigo e Me leva junto com você . O sexto LP foi lançado em 1995, com os sucessos Maravilha, A vida Inteira e É tarde demais. Devido a explosão da Banda Raça Negra por todo país, em 1996 foi gravada a coletânea Ao Vivo com as principais músicas do grupo até o momento. Neste momento a Banda Raça Negra estava formada pelos integrantes: Edson Bernardo de Lima o Café que tocava tumbadora/ Fábio Cesário Cocollette voz e violão/ Antônio Fernandes Leite o Fena que tocava surdo/ Fernando Alves de Lima "o Monstrinho" que tocava Tan tan/ João Roberto da silva "o Fininho" na bateria e Luiz Carlos da Silva, voz e violão/ Paulo Isidoro "o Paulinho" no baixo e João Carlos da Silva o Gabú no pandeiro. Em 1997, Gabú deixou a banda.

    A Banda Raça Negra fez uma grande turnê pelos EUA e Japão. O oitavo LP foi lançado também na Europa ,Ásia e África, com as músicas Preciso desse amor (Luiz Carlos e Antônio Carlos Carvalho) e É amor demais (EliasMuniz e Luiz Carvalho)

    Em 1998 veio o nono LP e, em meados de 1999 o cd Raça Negra Ao Vivo pela gravadora Universal, voltando as paradas de sucesso.
    Neste disco, a banda regravou alguns de seus sucessos Deus me livre ( Darci Roni, Serginho Sol e Alexandre), Estou mal ( Luiz Carlos e Antônio Carlos de Carvalho) e Preciso dar um tempo ( Luiz Carlos e Elias Muniz).

    Em 2002 a Banda Raça Negra em Dueto com Neguinho da Beija Flor, interpretou Talismã no disco, Os melhores do ano III, da gravadora Índie Records. Neste mesmo ano foi lançado o livro Velhas Histórias, memórias futuras, ( Editora Verz de Eduardo Granja Coutinho. Neste livro o autor faz várias referências a banda e, neste mesmo ano, lançou o cd Raça Negra Samba Jovem Guarda, que teve a presença de Erasmo Carlos na faixa O Bom e foram inclusos vários sucessos da fase áurea da jovem guarda, todos em ritmos de samba.

    Em 2003, como convidado, Neguinho da Beija Flor, participa do disco Duetos no qual a Banda interpretou Talismã. Neste mesmo ano, comemora-se 20 anos de carreira da Banda Raça Negra e foi lançado o cd A vida por um beijo, disco que contou com oito composições inéditas de Luiz Carlos, entre elas, uma versão de I Don?t want to talk about it sucesso de Rod Stwart e liberada pelo próprio cantor, que na versão de Luiz Carlos ganhou o nome de Vem me amar.

    Em 2004, foi lançado o DVD em Fortaleza patrocinado pela Universal, onde até então os artistas eram os principais responsáveis financeiramente pelo lançamento de seus DVDs. A partir daí, Luiz Carlos líder e cantor da Banda Raça Negra, por opção continua fazendo seus Shows como de costume e inúmeras turnês pelo Brasil e exterior, enquanto elabora um novo trabalho. Diz: "Não tenho que aparecer com as mesmas coisas, mesmas músicas, tenho respeito com meus fãs. Quero mostrar algo novo, músicas inéditas. Meus fãs merecem o meu empenho e respeito".

    Em 2009, surge então o novo trabalho da Banda Raça Negra, o cd Boa Sorte com músicas inéditas, assim como prometido pelo respeitoso Luiz Carlos, este lançado pela MD Music, está sendo muito bem aceito pelos fãs e pela mídia em geral.

    A Banda Raça Negra hoje tem como integrante Luiz Carlos da Silva como líder, cantor e tocando violão.
    João Roberto da Silva, o Fininho, ainda tocando bateria.
    Fernando Alves de Lima, o Monstrinho, tocando tan tan.
    Fábio Cesário Cocolette, o Fabinho fazendo voz e violão
    Antônio Fernandes Leite, o Fena, tocando surdo
    Juliana Bandeira, filha do Luiz Carlos também faz parte da Banda Raça Negra, destacando-se como Back Vocal.
    Em seus shows Luiz Carlos abre espaço para uma linda participação de seu filho Rafael Bandeira.

    "A quebra de Tabu"

    Quando a Banda Raça Negra começou, o samba era marginalizado, as pessoas pensavam que o samba só falava de gente que vivia em favelas, falando de polícia que subia e invadia os morros. O samba não era aceito, era mal visto. Alguns artistas famosos da época marcavam de ir em programas de TV, mas faltavam com isso perderam o respeito e as pessoas começaram a pensar que samba era coisa de bar e bagunça.

    O Raça Negra mudou a imagem ruim do samba e popularizou o samba em todo Brasil, foi verdadeiramente um divisor de águas. Foram eles que abriram o mercado que era fechado para o samba, transformando os anos 90 na época ouro do samba. Eles foram os principais sambistas a serem a principal atração em casas de Shows famosas como Canecão e Olympia, que até então nunca teve o samba como atração em suas agendas.

    As rádios FM nunca tinham tocado samba e a rádio Transamérica foi a primeira a tocar com a música Caroline. Raça Negra foi o maior fenômeno musical da década de 90. Revolucionou o samba incluindo em suas músicas instrumentos incomuns para o samba daquela época, os naipes de metais.

    Entrou para o Guines Book tendo 600 execuções da música É tarde demais em um único dia. O Raça Negra abriu as portas para o sucesso de muitos grupos que vieram depois deles e beneficiou muito a carreira desses grupos e cantores já existentes.

    Fonte: Site Oficial
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