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Está no meu sangue
Veio para ficar
Está no meu sangue
É noite no corpo
Em festa infame
À boleia no meu sangue
Um arlequim
Aperta-se na mão
Quer-me fugir
E está quase a mostrar-se
No amarelo de um degredo
Em breve vão ler o segredo
E amanhã estará escrito na minha testa
Não é marca não é numero de nenhuma besta
Está no meu sangue
Já cá canta
Tão baixo irá me ensurdecer
Mudo porque vão saber
Tão cegos de ouvir
O fado que enterra o entardecer
E amanhã estará escrito na minha testa
Não é marca não é numero de nenhuma besta
Veio para ficar
Está no meu sangue
É noite no corpo
Em festa infame
À boleia no meu sangue
Um arlequim
Aperta-se na mão
Quer-me fugir
E está quase a mostrar-se
No amarelo de um degredo
Em breve vão ler o segredo
E amanhã estará escrito na minha testa
Não é marca não é numero de nenhuma besta
Está no meu sangue
Já cá canta
Tão baixo irá me ensurdecer
Mudo porque vão saber
Tão cegos de ouvir
O fado que enterra o entardecer
E amanhã estará escrito na minha testa
Não é marca não é numero de nenhuma besta
Letra enviada por Maria Sammet
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